sexta-feira, 22 de junho de 2012

Desejo amarelo... Amarelo Manga



Nada como uma novidade na relação com sabor de manga, não? 
Rsrsrsrsrsrsrs
Olhe só...


Era uma tarde de um dia qualquer... Um dia quente, cheio de cores e odores. Um dia de primavera.
Na pele, Ela sentia um calor de saudade.
Da porta de seu quintal conseguia ver as mangas maduras no pé. Visualizou uma que estava no alto, a maior que já tinha visto até aquele dia. Foi com cuidado e a tirou, sem machucá-la.
Ao olhar aquela suculenta e enorme manga em suas mãos, enconstou sua boca nela e quase a mordia... 
Lembrou do corpo de seu amante... Belo, negro e delicioso. Parou pra imaginar uma série de coisas... Guardou a manga!!

Mais tarde, ao por do sol, foi vê-lo. Chegou à sua casa e viu que Ele estava no banho.
Entrou no seu quarto... Retirou suas roupas... Deitou na sua cama, soltou os cabelos e pegou a manga...
Esfregava-a contra seu corpo delicadamente pra fazer com que a polpa da manga se tornasse um suco.

Seu amante voltou pro quarto... Corpo fresco, cheiroso e ainda molhado... Dava pra ver as gotas d'água que ficam espelhadas no corpo nú... E quando Ele a viu, completamente nua em sua cama, só teve uma reação: ir de encontro àquela delícia que o esperava e clamava por ele.
Foram cheiros e beijos até que ele se viu imobilizado sob ela... Ela então começou seu bacanal!

Pegou a manga e deu uma pequena e leve mordida, apenas um orifício pra sair o suco que ela tanto queria beber... 
Mas não, não na manga... No corpo dele.
Cada parte do corpo de seu Nego que o suco da manga escorria, ela lambia em seguida, chupava, sugava, mordia, numa ação frenética e ao mesmo tempo suave... Como se estivessem em suas mãos o único homem e a ultima manga da face da terra...
Ele? Ele estava entregue... Vulnerável... Atordoado como uma caça presa na armadilha, agoniado pra invadir o corpo daquela mulher que o sugava e enlouquecia...

Descia por seu abdômem, coxas e voltava até sua virilha... Brincava com sua língua nos quadris até chegar a seu sexo... Ele agoniava... Queria possuí-la... E quando não aguentou mais tomou-lhe a manga das mãos.

Trouxe-a pra baixo de si e lhe deu o troco!
Esfregava-lhe esta manga por seus seios, barriga, quadris, costas... E ia lambendo cada parte do suco que em seu corpo tocava... Beijava-a com tanto desejo que chegava a lhe dar leves mordidas... Seus corpos tremiam, suas bocas inalavam um cheiro específico...

Quando não havia mais suco na manga, deitou sua boca sobre seu sexo e pôs-se a  lamber e chupar aquela região tão desejada e deliciosa... E sua, só sua!! 
A ela? Lhe faltava ar, tremiam-lhe as pernas, gemidos impacientes lhe saíam pela boca túmida e macia... Eram ondas de orgasmos... Louca, desvairada, mechia seus quadris num único movimento que dizia ao seu amante: venha...

E ele foi... Gemidos cortados, soluços e tremores nos corpos invadiram o quarto... A agonia se fez senhora dos dois até chegarem à completude do prazer... 
Depois...
Corpos cansados e aninhados,
Sorrisos de contetamento, 
Cochilos de paz.






4 comentários:

  1. Eitha, me lembrei de coisas que ja havia esquecido....rsrsrsrs
    ainda bem que nessa época as pessoas não chamavam a polícia por causa do barulho do som ligado no máximo!!

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    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Cabelos embaraçados e pernas bambas...
      Sonolência e pele limpinha...
      Ai ai!!
      Cheiro Sophy.

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  2. Show de bola minha preta, ficou maravilhoso, não esqueci que estou lhe devendo, apenas tive alguns assuntos de urgência para resolver, mas amei suas postagens.

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  3. Oi Rantaro, como vai Preto?
    Oxe... Relaxe, nossos tempos são diferentes...
    Obrigada!!
    Cheiro de axé!

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